segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Novo anticorpo neutraliza 91% das variantes de HIV, mostra estudo

DO "WALL STREET JOURNAL"

Cientistas americanos descobriram três potentes anticorpos contra o vírus HIV. O mais potente conseguiu neutralizar 91% das cepas de HIV, mais do que qualquer anticorpo testado até hoje.

Os pesquisadores também identificaram exatamente qual parte do vírus é atacada pelo anticorpo e como ele ataca o local.

Os anticorpos foram descobertos nas células de um homem afroamericano gay de 60 anos, conhecido na literatura científica como "Doador 45", cujo corpo produz os anticorpos naturalmente. Pesquisadores fizeram uma triagem de cerca de 25 milhões de suas células até encontrar 12 que produzem os anticorpos. Agora, a questão é desenvolver vacinas ou outros métodos para possibilitar que qualquer pessoa possa produzi-los.
Editoria de Arte/Folhapress




O desenvolvimento vai exigir muito trabalho, segundo Gary Nabel, líder da pesquisa, publicada na revista "Science", e diretor do Centro de Pesquisas de Vacinas no Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas. "Vamos trabalhar nisso por um bom tempo até que obtenhamos benefícios clínicos."

VACINAS

Os resultados de uma primeira vacina contra HIV foram anunciados no ano passado após um teste na Tailândia. Mas a vacina reduziu as chances de infecção em apenas 30% dos casos, e gerou controvérsias porque em uma análise os resultados não foram estatisticamente significantes.

Anticorpos que são pouco eficientes ou que atacam apenas uma ou duas variantes do vírus são comuns. Até o ano passado, poucos anticorpos capazes de neutralizar um grande número de variantes haviam sido descobertos e nenhum deles neutralizava mais de 40% das cepas conhecidas.

Mas recentemente, graças a novos métodos de detecção mais eficientes, meia dúzia de novos anticorpos, incluindo os três novos descritos no artigo da "Science", foram identificados. As novas moléculas são também mais potentes, capazes de neutralizar o vírus em concentrações muito menores que os anteriores.
NIAID-VRC/Divulgação

Estrutura de poderoso novo anticorpo (azul e verde) ligado ao vírus HIV (cinza e vermelho), causador da Aids
Estrutura de poderoso novo anticorpo (azul e verde) ligado ao vírus HIV (cinza e vermelho), causador da Aids

Alguns dos novos anticorpos atacam diferentes regiões do vírus, aumentando a esperança de que eles poderiam operar em sinergia. Em particular, um anticorpo é capaz de atacar uma ponta do vírus essencial para sua ligação às células. Mais importante, essa ponta apresenta baixa taxa de mutação, pois o vírus precisa se ligar a uma molécula específica das células humanas.

Um problema potencial no desenvolvimento de vacinas, porém, é que as células do "Doador 45" levam meses para criar os anticorpos. Isso significa que, uma vez desenvolvida, talvez seja necessário aplicar a vacina mais de uma vez para acelerar o processo de imunização.

COQUETEL DE ANTICORPOS

Os pesquisadores planejam testar os novos anticorpos, provavelmente misturados em um coquetel potente, em três grandes vertentes.

Na primeira, os anticorpos poderiam ser administrados em sua forma pura, como uma droga, para prevenir a transmissão do vírus. No entanto, isso seria caro e teria duração limitada, tornando o método adequado apenas para casos específicos, como prevenção de transmissão de mães para filhos durante o parto.

Outra possibilidade é usar os anticorpos para o desenvolvimento de vacinas tradicionais. Nesse caso, versões enfraquecidas de vírus seriam utilizadas para treinar o sistema imune do receptor a reconhecer o invasor e produzir anticorpos.

Como os novos anticorpos contra o HIV são extremamente específicos, agarrando-se firmemente a determinadas regiões do vírus, os cientistas precisam apresentar ao sistema imune uma réplica exata das partes do vírus que o anticorpo deverá atacar. Isso é difícil de fazer; é complicado, por exemplo, manter a réplica no formato adequado. Mas equipes diferentes de pesquisadores estão tentando resolver esse problema.

Por fim, existe a terapia gênica. O prêmio Nobel David Baltimore está trabalhando nessa vertente, com verbas da Fundação Bill e Melinda Gates. Sua equipe no Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena (EUA), juntou genes que codificam anticorpos em um vírus não maligno, que depois é injetado em camundongos. Os vírus então infectam células de camundongos, transformando-as em fábricas que produzem os anticorpos, imunizando a pessoa contra o HIV.

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/763986-novo-anticorpo-neutraliza-91-das-variantes-de-hiv-mostra-estudo.shtml

sábado, 30 de julho de 2011

Comprimido diário pode reduzir risco de transmissão do HIV

Drogas são as mesmas usadas para controlar a doença.
Descoberta pode ajudar casais onde apenas um tem o vírus.


As drogas antiAids desenvolvidas para combater o HIV também podem ser utilizadas para reduzir drasticamente o risco de infecção entre os casais heterossexuais, indicaram na quarta-feira dois estudos feitos na África.

Os resultados somam-se à evidência crescente de que o tipo de medicamentos prescritos desde meados dos anos 1990 para tratar pessoas já doentes também pode ser a chave para reduzir ou mesmo interromper a disseminação da doença sexualmente transmissível.

A pesquisa envolvendo casais do Quênia, Uganda e Botsuana descobriu que ministrar drogas antiAids diariamente reduziu as taxas de infecção em ao menos 62%, na comparação com o placebo.

'Novos instrumentos eficazes contra o HIV são urgentemente necessários e esses estudos podem ter um impacto enorme na prevenção da transmissão heterossexual', disse Margaret Chan, diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), em um comunicado.

Numa indicação da importância das últimas evidências, Chan afirmou que a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) trabalharia agora com países para usar os novos achados a fim de implementar melhores estratégias de proteção.

O maior dos dois estudos examinou 4.758 casais no Quênia e em Uganda, nos quais um dos parceiros era HIV positivo e o outro, negativo. Os parceiros negativos que tomaram o tenofovir, ou Viread, da Gilead Sciences Inc's, registraram uma média de 62% infecções a menos.

Para os casais que tomaram o Truvada - outro medicamento da Gilead combinando o tenofovir e o emtricitabine --, o risco de infecção foi cortado em 73 por cento no ensaio clínico, que foi liderado por pesquisadores da Universidade de Washington.

O estudo foi financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates, cujo diretor para HIV e Tuberculose, Stefano Bertozzi, disse que o trabalho marca 'um avanço significativo na busca para desenvolver novas medidas de prevenção ao HIV'.

O segundo estudo, envolvendo pouco mais de 1.200 homens e mulheres sexualmente ativos em Botsuana, descobriu que tomar um Truvada por dia reduziu o risco de infecção pelo HIV em 62,6 por cento.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/07/comprimido-diario-pode-reduzir-risco-de-transmissao-do-hiv.html

Avanços podem permitir vacina de HIV e malária em dez anos, diz revista

Artigo publicado na "Nature" fala sobre os principais desafios na área.
Alta mutação do vírus da Aids ainda impede a criação de dose eficaz.

Luna D'Alama Do G1, em São Paulo
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Progressos clínicos e tecnológicos na área da imunologia indicam que será possível desenvolver vacinas contra Aids e malária nos próximos dez anos, diz artigo publicado na revista "Nature" desta semana. Segundo o pesquisador italiano Rino Rappuolli e o americano Alan Aderem, que assinam o texto, o combate à Aids e à malária ainda é o maior desafio mundial em saúde pública do século 21.

Junto com a tuberculose, essas duas doenças infecciosas matam quase cinco milhões de pessoas por ano no mundo. Apesar de ainda não haver vacinas disponíveis, os cientistas apostam no avanço da computação e na chamada biologia sistêmica, que estuda a interação entre elementos biológicos (como proteínas, genes, RNA e outras moléculas), para chegar cada vez mais perto de uma resposta imune contra esses males.

A aceitação de um indivíduo a uma vacina depende de inúmeras interações de fatores genéticos, moleculares e ambientais. Por isso, segundo o infectologista e imunologista Esper Kallas, da Faculdade de Medicina da USP, a abordagem do futuro para a produção de novas doses deve contemplar "tudo ao mesmo tempo". “Esses sistemas geram quantidades fenomenais de dados em computador, por meio de modelos matemáticos, para encontrar relações e padrões que levem a alguma descoberta”, disse. É o que os norte-americanos chamam de “mineração de dados”, que pode servir para encontrar regras no meio do caos.

Como a quantidade de características imunológicas no conjunto de dados mundial excede a capacidade da mente humana, o objetivo é chegar a modelos precisos e detalhados o suficiente para prever se as novas vacinas terão sucesso. Para o imunologista David Watkins, da Universidade de Wisconsin, nos EUA, que está em São Paulo para conhecer o Instituto Butantan, os resultados de vacinas contra HIV em macacos são encorajadores. “Em um estudo publicado há duas semanas na 'Nature', 50% dos animais foram protegidos do vírus, e agora temos que entender por quê”, afirmou.

No início dos anos 1980, quando o HIV foi descoberto, os cientistas acreditavam que poderiam combater a Aids da mesma forma que a hepatite B: usando fragmentos do vírus em leveduras e depois separando-os do fungo. Esse material “puro”, uma vez inserido no corpo humano, faz uma simulação de infecção natural que leva à imunidade. O problema é que o HIV tem altíssima capacidade de mutação, e em menos de um dia já não é mais o mesmo. Já o micro-organismo causador da malária se modifica, em média, a cada dez anos, e o grande problema nesse caso é que o protozoário Plasmodium dribla os anticorpos.

“Ainda não há um meio de reproduzir um vírus do HIV que seja representante dos demais. E o que dificulta tanto uma vacina contra essas doenças é que os vírus (ou bactéria, no caso da tuberculose) só se multiplicam dentro das células, então ficam protegidos”, explicou Kallas. Os anticorpos, por sua vez, costumam agir do lado de fora, não atingindo os agentes patogênicos.

Os pesquisadores concluem no artigo que ainda há complexos mecanismos imunológicos não completamente compreendidos pela ciência. Mas um modelo inovador de exames clínicos, que testam várias vacinas em paralelo e obtêm informações pela biologia sistêmica, deve acelerar o desenvolvimento de vacinas e aumentar a compreensão do sistema imunológico humano em um futuro próximo.

Aids, malária e tuberculose no mundo
Desde o início da pandemia, a Aids causou mais de 25 milhões de mortes, e hoje há 33 milhões de pessoas vivendo com o HIV. Por ano, são 2,6 milhões de novos casos e 1,8 milhão de mortes. Já a malária acomete 225 milhões de pessoas por ano e causa quase 1 milhão de mortes. Além disso, cerca de um terço da população humana está infectada pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis), com 9,6 milhões de novos casos e 1,7 milhão de mortes por ano. E essa bactéria tem se tornado cada vez mais resistente a antibióticos.

Como um de seus Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, a Organização das Nações Unidas (ONU) tem estimulado os países a controlar e reverter a propagação dessas doenças até 2015. Para atingir a meta, a ONU conta, principalmente, com a expansão de tratamentos, educação e medidas básicas, o que inclui uso depreservativos contra a aids e de mosquiteiros em camas contra a malária.

A vacinação, que geralmente é a intervenção mais eficaz no controle de doenças infecciosas, não foi incluída no plano da ONU, porque as doses não devem estar disponíveis dentro desse prazo.

Especificamente no caso da tuberculose, a vacina BCG – aplicada em recém-nascidos no Brasil e não usada nos EUA, por exemplo – ainda causa controvérsias. Isso porque ela é capaz de prevenir a disseminação da doença e a mortalidade em bebês e crianças, mas não evita a infecção crônica nem protege adultos, idosos e pessoas com deficiência imunológica. “Há algumas ONGs internacionais que trabalham na produção de uma vacina melhor contra a tuberculose”, disse Kallas.

De acordo com ele, os pesquisadores atualmente conhecem a fundo o sistema imune e a interação entre hospedeiros e parasitas, mas o campo da vacinologia ainda tem muito a avançar. “Precisamos de novas ideias, abordagens e fronteiras. Investimentos em vacinas devem ser feitos a longo prazo, a perder de vista, e podem mudar a vida da humanidade. É o que faz a Fundação Bill e Melinda Gates, que se concentra em combater a Aids, a malária e a tuberculose pelo mundo”, destacou o médico.

Dengue
A vacina contra a dengue, segundo o médico, deve ser uma realidade em breve. E a dose será a forma mais eficaz de combater a doença, já que o mosquito Aedes aegypti se urbanizou e ficou praticamente impossível erradicar o problema nas grandes cidades.

O Instituto Butantan atualmente faz uma parceria com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA e a Universidade Johns Hopkins para o desenvolvimento dessa vacina. Testes preliminares em humanos já estão sendo feitos. E a ideia, segundo Kallas, é que a dose contemple os quatro tipos de vírus da dengue e seja aplicada preferencialmente em crianças, que costumam ser o grupo mais suscetível.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/05/avancos-podem-permitir-vacina-de-hiv-e-malaria-em-dez-anos-diz-revista.html

Laura Müller fala sobre sexo no Altas Horas


http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1574434-7822-LAURA+MULLER+FALA+SOBRE+SEXO+NO+ALTAS+HORAS,00.html

ONG transforma garrafas plásticas em vassouras A ONG "Gotas de Esperança", de Paranavaí, ajuda no tratamento de pacientes com o vírus HIV. A renda é usada para pagar o tratamento dos pacientes.






http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1581776-7823-ONG+TRANSFORMA+GARRAFAS+PLASTICAS+EM+VASSOURAS,00.html

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ativistas de Curitiba se encontram com Secretária Municipal de Saúde para pedir melhorias no combate à aids

Ativistas que lutam pelos direitos das pessoas com HIV e aids em Curitiba se reuniram nessa quinta-feira com a Secretária Municipal de Saúde, Eliane Chomatas, para discutir melhorias no atendimento dessa população.

Com base nos resultados de uma reunião realizada na terça-feira passada com representantes da RNP+ Paraná (Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids – Núcleo Paraná) e da Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais Travestis e Transexuais), os ativistas entregaram um documento com os problemas encontrados no município, sugestões de solução e indicações de órgãos, instituições e pessoas que possam implementar as melhorias.

Presente na reunião, o Presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, disse que os ativistas receberam a garantia, por exemplo, de que o Hospital Evangélico responderá a demanda dos pacientes com lipodistrofia.

Ainda segundo Toni, o Centro de Orientação e Aconselhamento (COA) em DST/Aids da cidade será integrado no prontuário eletrônico em agosto; os Núcleos de Atenção Psicossocial serão preparados para prestar atendimento psicológico aos soropositivos; e a isenção tarifária para pacientes será analisada junto aos órgãos judiciais.

Participaram ainda da reunião a Diretora do Centro de Informações em Saúde, Raquel Cubas; Adão Ribeiro e João Castro, da RNP+; Rafaelly Wiest, do Instituto Dignidade, entre outros.

Redação da Agência de Notícias da Aids




Análise de situação e resposta, pessoas vivendo com HIV/Aids em Curitiba e região metropolitana

19 de julho de 2011

Problema
Soluções
Responsável
1) GOVERNO
Falta de implantação de política de tratamento de lipodistrofia
Ter profissionais capacitados
Ter infraestrutura / equipamentos
Ter um centro de referência em tratamento de lipodistrofia
Ter uma academia para pessoas vivendo com HIV/Aids (pode ser convênio com ONG / ou com a SMEL),
Dept de DST, Aids e Hepatites Virais/MS
Divisão Estadual de DST e Aids
Coordenação Municipal de DST e Aids
ONG
Secretaria Municipal de Esportes e Lazer
Pacientes têm que fazer coleta para exames em diversos lugares (coleta para CD4 e carga viral no Laboratório, coleta para outros exames na Unidade de Saúde)
Unificar a coleta em um único local (ex. laboratório)
Secretaria Municipal de Saúde – Ctba
COA de Curitiba não tem acesso on-line ao prontuário eletrônico. Paciente precisa levar resultado de exames da Unidade de Saúde para o COA (e Laboratório precisa enviar malote com resultados de CD4 e carga viral para o COA)
Viabilizar a conexão à rede / implantar prontuário eletrônico no COA
Secretaria Municipal de Saúde – Ctba
Falta de médico infectologista no município de Almirante Tamandaré e Curitiba
Concurso/Contratação
Capacitação dos clínicos gerais nas unidades básicas para atendimento a pessoas com CD4 acima de 350.
Secretarias Municipais de Saúde
Falta de atendimento psicológico para pessoas vivendo com HIV/aids
Concurso/Contratação / terceirização
Secretarias Municipais de Saúde
Fila (demora) para atendimento especializado a doenças relacionadas ao HIV/aids
Concurso/Contratação

Secretarias Municipais de Saúde
Acesso restrito ao passe livre no transporte público de Curitiba para exames, tratamento e adesão para as pessoas vivendo com HIV/aids – política de Curitiba em discordância com norma nacional (norma = quem recebe menos de 3 salários mínimos deve ter direito ao passe livre)
Adequar a lei em Curitiba
URBS
Câmara Municipal
Falta de oportunidade de trabalho para pessoas vivendo com HIV/aids
- Capacitação profissional das pessoas vivendo com HIV/aids que não são aposentadas
- Incentivo às empresas para contratação
- Sensibilização nos locais de trabalho quanto ao estigma e discriminação
Secretarias de Trabalho e Emprego, Liceu do Ofício, CRAS
Preconceito e discriminação nas Unidades de Saúde contra pessoas vivendo com HIV/aids
- Capacitação e sensibilização dos profissionais de saúde
- Denunciar
Secretaria de Saúde

Pessoas vivendo com HIV/aids
Ministério Público / Defensoria
Disque 100
ONG
2) SOCIEDADE
Preconceito na sociedade com relação à soropositividade
Campanhas de sensibilização
Governo (Secretarias de Saúde) em parceria com a sociedade civil
Preconceito na escola com relação à soropositividade
Sensibilização / capacitação de profissionais de educação
Secretarias de Educação em parceria com a sociedade civil
Discriminação a pessoas vivendo e convivendo com HIV Aids no trabalho, na escola e na família
Cursos de capacitação no local de trabalho, para profissionais de educação.
Campanhas para a sociedade em geral (para sensibilizar as famílias)
Projetos de assessoria jurídica
Denúncia – Disque 100
Denúncia – Ministério Público
Sensibilização da Defensoria Pública
Guia e vídeo de direitos humanos das pessoas vivendo com HIV/aids
FIEP
Órgãos do governo nas áreas específicas
Sociedade civil
Ministério Público / Defensoria
CODIC

3) INDIVIDUAL
Falta de adesão ao tratamento, falta de prevenção secundária / posithiva, baixa autoestima e falta da aceitação da própria sorologia e sexualidade
Grupos de adesão / oficinas de convivência
Guia e vídeo “ABC do soropositivo”, incluindo depoimentos de pessoas vivendo e familiares
Guia e vídeo de Nutrição
Guia e vídeo de Adesão
Secretarias de Saúde
Sociedade civil

(fazer uma série destes vídeos e guias e os demais mencionados acima – disponíveis em ONGs e Unidades de Saúde e no Youtube)
Medo de fazer a testagem para HIV
Campanhas permanentes de sensibilização da população em geral
Reforçar a  campanha Fique Sabendo
Dept de DST, Aids e Hepatites Virais/MS
Divisão Estadual de DST e Aids
Coordenação Municipal de DST e Aids
Sociedade civil
Assinam:
RNP+Curitiba e Região Metropolitana e Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT

http://www.agenciaaids.com.br/busca/

Câmara analisa projeto que aumenta valor do Bolsa Família em caso de aids ou outras doenças crônicas

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 489/11, do Senado, que concede benefício variável de R$ 60 no Programa Bolsa Família às unidades familiares em que haja pessoa com câncer, aids ou outra doença crônica. Conforme a proposta, não há limite para esse benefício.

A proposta foi apresentada pela ex-senadora Rosalba Ciarlini. Ela argumenta que a assistência integral à saúde é uma das diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), mas que faltam recursos para que essa meta seja cumprida satisfatoriamente. Por isso, ela propõe o reforço do orçamento familiar em caso de doenças graves.


Fonte: Redação da Agência de Notícias da Aids com informações da Agência Câmara
http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17349