quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Seminário nacional sobre a epidemia de AIDS no Brasil acontecerá em Salvador

Trinta anos se passaram desde que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) foi relato pela primeira vez ao mundo. Para promover o debate sobre esse período histórico e traçar reflexões mais embasadas sobre os rumos do HIV/Aids, que hoje é considerada uma pandemia,  pesquisadores de todo Brasil e representantes de movimentos sociais se reunirão em Salvador no I Seminário Nacional sobre Dilemas Contemporâneos da Epidemia da AIDS, no Hotel Pestana, entre os dias 11 e 14 de outubro.
De acordo com o Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS da Bahia (GAPA-BA), organizador do evento, um dos motivos que preocupam os especialistas é o fato de que o índice de mortalidade por HIV no Brasil ainda é preocupante. A doença atinge principalmente jovens de 13 a 24 anos. De acordo com dados do último boletim epidemiológico, nos últimos 10 anos foram registrados uma média de 589 óbitos, por ano, somente entre jovens.
As mesas temáticas, palestras e debates deverão também abordar os avanços no tratamento, especialmente com a criação de novos remédios. Além disso, os impactos sociais, como a questão do respeito aos Direitos Humanos,  a difusão da informação no sentido de fortalecer a prevenção e o papel hoje cumprido pelas políticas públicas também terão destaque na programação. A expectativa é que o encontro, que conta com a parceria do Departamento Nacional de DST-HIV/Aids e a Coordenação Estadual de DST/AIDS da Bahia,  reúna 250 participantes.
Para maiores informações sobre inscrição, o interessado em participar pode entrar em contato com a organização através do número (71) 3328-9200 ou pelo email encontros2011@yahoo.com.br.
Fonte: Correio 24 Horas

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Número de casos de Aids preocupa saúde pública

O último Censo do IBGE indica que o Estado (PR) tem 1.316.554 de habitantes com mais de 60 anos (números de 2010). Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério Público do Paraná, através do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Defesa dos Direitos do Idoso, quando foi feita uma avaliação sobre a situação da população idosa paranaense. O levantamento feito pelo MP-PR, em parceria com o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso e a Associação dos Municípios do Paraná, traz dados a respeito das políticas públicas que cada cidade paranaense tem adotado para atender essa faixa da população, informações sobre os conselhos municipais de direitos dos idosos e entidades de longa permanência (asilos), formas alternativas de asilamento, entre outras.
Em Ponta Grossa vivem cerca de 20 mil pessoas com idade acima dos 60 anos, conforme dados do IBGE de 2010. Mas, apesar das várias atividades desenvolvidas, o município não conta com um Conselho do Idoso. E uma das maiores preocupações dos setores de saúde é com o aumento das doenças sexualmente transmissíveis entre este público. Com as melhorias das condições de vida os idosos estão mais saudáveis e sexualmente mais ativos e isso acaba gerando alguns riscos.
Fonte: JMNEWS

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Exercícios ajudam a controlar efeitos colaterais do tratamento de Aids

Uma pesquisa da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto comprova que a prática regular de exercícios físicos ajuda a melhorar a qualidade de vida de portadores de HIV e atenua os efeitos colaterais de remédios usados no tratamento da Aids.
A prática de exercícios controla a lipodistrofia – distribuição irregular da gordura pelo corpo – causada pelos remédios e que atinge 50% dos pacientes com Aids.
“Há dois tipos de lipodistrofia”, afirma a orientadora da pesquisa, Ana Paula Moraes Fernandes. “Pode haver a diminuição da gordura da face, dos braços, das pernas e das nádegas ou, por outro lado, pode haver o acúmulo de gordura”, explica.
Os pacientes também podem desenvolver arteriosclerose, doenças cardiovasculares e ter infartos ou derrame, além de diabetes porque aumenta a glicemia.
A pesquisa, que começou em junho de 2010, monitora os índices de colesterol e triglicérides antes e depois de três meses de exercícios, somando 36 sessões. Os exames devem seguir até junho de 2013, em 40 pacientes.
Os resultados até o momento mostram que as taxas diminuem e o sistema imunológico é fortalecido. Também houve uma distribuição da taxa de gordura pelo corpo.
O autônomo Ruy Rego Barros participou da pesquisa e atestou os resultados. Depois de um mês de exercícios, pode suspender um medicamento para o controle do triglicérides.
Segundo os pesquisadores, os exercícios também melhoram a auto-estima dos pacientes, o que nterfere diretamente no sucesso do tratamento dos sintomas da Aids.
Fonte: EPTV

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cresce o contágio da AIDS entre jovens gays e idosos

Na sala escura da boate gay e nos encontros marcados após o baile da terceira idade, os homens brasileiros de todas as idades e orientações sexuais têm deixado a camisinha de lado e, por isso, crescido nas estatísticas da aids.

O novo boletim do Ministério da Saúde, que mapeia os casos de contaminação pelo vírus HIV, revela a vulnerabilidade generalizada, impulsionada pelo uso de drogas – seja o ecstasy ou o Viagra.
A proporção de registros entre homossexuais de 13 a 24 anos bateu recorde. Este grupo, em 2010, somou 35,1% do total de infecções masculinas na faixa etária, a maior taxa desde o início da epidemia, em 1980. Simultaneamente, entre os mais maduros, os heterossexuais são maioria dos infectados e acima dos 30 anos representam 43%.
“Não há orientação sexual de risco e sim comportamento perigoso para a aids, muito influenciado pelo abuso de álcool. E os homens, de forma geral, têm negligenciado bastante o preservativo. É um panorama alarmante”, afirma um dos principais infectologistas do País, Artur Timerman, que atua nas redes públicas e privadas de saúde. No último ano, entre seus pacientes, há um casal de 14 e 15 anos, ambos soropositivos e uma senhora de 82 que adquiriu o vírus do marido, de 78 anos.
Indiferenças
No início do mês, J.F, 31 anos, morreu e o atestado de óbito teve origem na infecção do vírus HIV, descoberta tarde demais para que os coquetéis de remédios fizessem efeitos e revertessem o quadro.
Homossexual – assumido para os amigos e escondido da família – ele sempre teve medo de fazer o teste para confirmar se as transas desprotegidas tinham mesmo resultado na infecção. Emagreceu, mas só quando as diarreias ficaram constantes procurou o médico.
Jovem bem sucedido na profissão de comunicação, solteiro, nunca foi promíscuo, mas também nunca exigiu proteção em suas relações sexuais eventuais, acertadas em maioria nos encontros no centro paulistano – uma das regiões com alta concentração de casas noturnas para o público gay.
Em uma destas boates, inclusive, que conta com o chamado “dark room” (sala escura em que tudo pode acontecer mas onde só entra quem quer) a falta de temor com as doenças sexualmente transmissíveis (DST) fica exposta no chão. “Eles (a casa) até distribuem camisinha para quem vai entrar. Mas os preservativos ficam fechados e lacrados, jogados no fim da noitada e recolhidos pelo pessoal da faxina”, conta um dos frequentadores.
A indiferença com a possibilidade de contrair aids ou qualquer outra DST também marca os encontros dos “cinquentões” heterossexuais. “Minha geração não aprendeu a usar camisinha. Eu, até descobrir ser soropositivo, nunca tinha usado uma vez sequer e tinha uma média de 18 parceiras por ano”, conta S.C., 59 anos, que trabalha com comércio exterior, mora na zona oeste paulistana e é um autodefinido “apaixonado pelas mulheres”.
Agora, ele não só aprendeu a usar medicamentos para a disfunção erétil, como após a ereção garantida, cobri-la com preservativo. “Podia ter aprendido antes. Mas tenho amigos que mesmo acompanhando de perto o meu caso continuam deixando a camisinha como um enfeite na carteira.”
Pré ou pós 80’s
Os maiores de 50 e os menores de 30 fazem parte de gerações que ou eram pequenos demais para lembrar os tempos mais árduos da aids ou já estavam maduros o suficiente para sentirem os impactos diretos que a epidemia provocou nos filhos dos anos 70.
Mas nesta primeira década dos anos 2000, os mais velhos e os mais novos foram colocados no alvo do HIV e, ao mesmo tempo, convivem com a falsa ideia de que para “tratar a doença só é preciso tomar um remedinho”, afirma o infectologista Jean Gorinchteyn do Instituto Emílio Ribas, uma das referências nacionais do tratamento da aids.
“O preservativo continua encarado como uma necessidade só para evitar gravidez, portanto desnecessário para quem tem relações homossexuais ou está fora da faixa da fertilidade”, completa Gorinchteyn, que coordena um ambulatório só para soropositivos maiores de 50 anos, onde 60% são homens e oito em cada dez casados com mulheres.
“Um erro perigoso, porque nem tratar a aids é fácil e nem a camisinha tinha de ser vista só como um método contraceptivo. Aids não tem cura, tem tratamento complicado e pode matar”, alerta o médico. No País, são 27,3 mortes diárias por aids.
Medo de falhar
O desdém com a camisinha também tem como combustível o medo de falhar. A falta de jeito e de hábito em colocar o preservativo podem atingir em cheio a potência. “Ninguém quer ter fama de broxa”, contou um jovem de 27 anos, consumidor de drogas e que marca “rapidinhas” sexuais pelo celular.
Mesma aflição foi relatada por um recém-viúvo, de 75 anos, que não tinha relações com penetração plena há 8 anos com a esposa e se viu no papel de adolescente quando uma mulher 20 anos mais jovem, conhecida no bailão do clube, deu a entender que gostaria – e aceitaria – ir para cama com ele.
Este temor tenta ser curado com remédios em prol da potência (para disfunção erétil) ou que prometem ampliar a sensibilidade (entorpecentes sintéticos), influenciando ainda mais no comportamento de risco. O resultado é a ampliação do desuso da camisinha. No Brasil, seis em cada dez homens admitem não utilizar a proteção em todas as relações sexuais, conforme contabilizou o Ministério da Saúde.
Embriagado
Entre os desprotegidos, estão os que sabem ser portadores do vírus HIV e ainda assim mantêm relações sexuais sem camisinha. “Eu contei a uma amiga que tinha o vírus e ela bateu o pé para a gente não transar de preservativo, porque era melhor”, conta S.C.
Sobre os “kamikazes” sexuais, o professor de clínica médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Paulo Olzon – e médico especializado em aids – diz que este comportamento revela falta de ética e preocupação com o outro, duas posturas típicas do novo tempo. “Precisamos rever como tratar estes casos. São como pessoas embriagadas, que pegam o automóvel e dirigem a 300 km por hora. Será mesmo que elas não sabem que vão fazer vítimas”, deixa Olson a pergunta no ar.
http://www.aidshiv.com.br/cresce-o-contagio-da-aids-entre-jovens-gays-e-idosos/

Gatos podem ajudar no combate à AIDS

Pesquisadores descobriram que um gene do macaco é resistente ao vírus FIV, que causa a AIDS nos felinos.


Cientistas norte-americanos tiveram avanços no desenvolvimento de tecnologias que podem combater a AIDS. De acordo com o site ABC News, os pesquisadores descobriram que um gene dos macacos é capaz de proteger os gatos contra a ação do vírus da imunodeficiência felina (conhecido como FIV), o qual ocasiona a doença nos animais – assim como acontece com o HIV nos humanos.

O estudo, liderado pelo Dr. Eric Poeschla em Rochester, no Estado de Minnesota, envolveu a inserção dos genes primatas que bloqueiam o vírus nos ovócitos dos felinos, antes de eles serem fertilizados. Em testes realizados com células retiradas dos gatos “transgênicos”, elas apresentaram resistência ao FIV.



"Isso oferece uma capacidade sem precedentes para estudarmos os efeitos do gene de proteção à AIDS em animais vulneráveis a esse tipo de doença", comentou Poeschla. Segundo o pesquisador, assim como o HIV age no organismo humano, o vírus da imunodeficiência felina infecta e agride as células T.

Essa enfermidade pode ser transmitida por mordidas, fato que a torna sua proliferação mais comum entre gatos selvagens, principalmente enquanto os machos lutam para defender seu território. Todavia, os felinos domésticos também podem ser afetados pelo FIV.


A principal ação desse tipo de vírus é a inibição das proteínas chamadas “fatores de restrição”, que são responsáveis pelo combate a infecções virais. Entretanto, algumas espécies de macacos possuem proteínas resistentes a tal tipo de ataque – o que levou os cientistas a iniciarem os experimentos publicados.

Para facilitar a identificação dos animais que sofreram a modificação genética, os pesquisadores também inseriram um gene das águas-vivas, que possuem uma tonalidade verde fluorescente. "Fizemos isso para marcar as células com facilidade, permitindo identificá-las só de olhar com um microscópio ou um foco de luz”, explicou o Dr. Eric Poeschla. O estudo foi veiculado na revista científica Nature Methods.


http://www.tecmundo.com.br/saude/13273-gatos-podem-ajudar-no-combate-a-aids.htm

sábado, 10 de setembro de 2011

Trinta anos da descoberta da Aids no mundo

Número de AIDS no Brasil

Dados do Boletim Epidemiológico Aids 2010 reforçam tendência de queda na incidência de casos de aids em crianças menores de cinco anos. Comparando-se os anos de 1999 e 2009, a redução chegou a 44,4%. O resultado confirma a eficácia da política de redução da transmissão vertical do HIV (da mãe para o bebê). Mas, em relação aos jovens, pesquisa inédita aponta que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV.
O levantamento feito entre jovens, realizado com mais de 35 mil meninos de 17 a 20 anos de idade, indica que, em cinco anos, a prevalência do HIV nessa população passou de 0,09% para 0,12%. O estudo também revela que quanto menor a escolaridade, maior o percentual de infectados pelo vírus da aids (prevalência de 0,17% entre os meninos com ensino fundamental incompleto e 0,10% entre os que têm ensino fundamental completo).
O resultado positivo para o HIV está relacionado, principalmente, ao número de parcerias (quanto mais parceiros, maior a vulnerabilidade), coinfecção com outras doenças sexualmente transmissíveis e relações homossexuais. O estudo é representativo da população masculina brasileira nessa faixa etária e revela um retrato das novas infecções. “Por isso, estamos investindo cada vez mais em estratégias para essa população”, explica o diretor.
Atento a essa realidade, o governo brasileiro tem desenvolvido e fortalecido diversas ações para que a prevenção se torne um hábito na vida dos jovens. A distribuição de preservativos no país, por exemplo, cresceu mais de 100% entre 2005 e 2009 (de 202 milhões para 467 milhões de unidades). Os jovens são os que mais retiram preservativos no Sistema Único de Saúde (37%) e os que se previnem mais. Modelo matemático, calculado a partir dos dados da PCAP, mostra que quanto maior o acesso à camisinha no SUS, maior o uso do insumo.
A Saúde também atua na ampliação do diagnóstico do HIV/aids – que é uma medida de prevenção, já que as pessoas que conhecem a sua sorologia podem se tratar para evitar novas infecções. Em quatro anos (2005 a 2009), o número de testes de HIV distribuídos e pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mais que dobrou: de 3,3 milhões para 8,9 milhões de unidades. Da mesma forma, o percentual de jovens sexualmente ativos que fizeram o exame aumentou – de 22,6%, em 2004, para 30,1%, em 2008.
Aids no Brasil – Os novos números da aids (doença já manifesta) no Brasil, atualizados até junho de 2010, contabilizam 592.914 casos registrados desde 1980. A epidemia continua estável. A taxa de incidência oscila em torno de 20 casos de aids por 100 mil habitantes. Em 2009, foram notificados 38.538 casos da doença.
Observando-se a epidemia por região em um período de 10 anos – 1999 a 2009 – a taxa de incidência no Sudeste caiu (de 24,9 para 20,4 casos por 100 mil habitantes). Nas outras regiões, cresceu: 22,6 para 32,4 no Sul; 11,6 para 18,0 no Centro-Oeste; 6,4 para 13,9 no Nordeste e 6,7 para 20,1 no Norte. Vale lembrar que o maior número de casos acumulados está concentrado na região Sudeste (58%).
Atualmente, ainda há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas essa diferença vem diminuindo ao longo dos anos. Esse aumento proporcional do número de casos de aids entre mulheres pode ser observado pela razão de sexos (número de casos em homens dividido pelo número de casos em mulheres). Em 1989, a razão de sexos era de cerca de 6 casos de aids no sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.
A faixa etária em que a aids é mais incidente, em ambos os sexos, é a de 20 a 59 anos de idade. Chama atenção a análise da razão de sexos em jovens de 13 a 19 anos. Essa é a única faixa etária em que o número de casos de aids é maior entre as mulheres. A inversão apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada 10 em meninas.
Em números absolutos, é possível ver como a redução de casos de aids em menores de cinco anos é expressiva: passou de 954 casos, em 1999, para 468, no ano passado. Quando todas as medidas preventivas são adotadas, a chance de transmissão vertical cai para menos de 1%. Às gestantes, o Ministério da Saúde recomenda o uso de medicamentos antirretrovirais durante o período de gravidez e no trabalho de parto, além de realização de cesárea para as mulheres que têm carga viral elevada ou desconhecida. Para o recém-nascido, a determinação é de substituição do aleitamento materno por fórmula infantil (leite em pó) e uso de antirretrovirais. A medida consta do Plano de Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis, lançado em 2007 e pactuado com estados e municípios.
Em relação à forma de transmissão entre os maiores de 13 anos de idade prevalece a sexual. Nas mulheres, 94,9% dos casos registrados em 2009 decorreram de relações heterossexuais com pessoas infectadas pelo HIV. Entre os homens, 42,9% foram por relações heterossexuais, 19,7% homossexuais e 7,8% bissexuais. O restante foi por transmissão sanguínea e vertical.
Apesar de o número de casos no sexo masculino ainda ser maior entre heterossexuais, a epidemia no país é concentrada. Isso significa que a prevalência da infecção na população de 15 a 49 anos é menor que 1% (0,61%), mas é maior do que 5% nos subgrupos de maior risco para a infecção pelo HIV – como homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo.
O coeficiente de mortalidade vem-se mantendo estável no país, a partir de 1998 (em torno de 6 óbitos por 100 mil habitantes). Observa-se queda no Sudeste, estabilização no Centro-Oeste e Sul. Norte e Nordeste registram queda no número de óbitos