quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

SEJA VOCÊ UM VOLUNTÁRIO.

O QUE SIGNIFICA SER VOLUNTÁRIO Ser voluntário pode ter diversos significados dependendo do ponto de vista: Do ponto de vista pessoal, ser voluntário é descobrir que não vivemos sozinhos neste mundo e que as pessoas (nós e eles) têm vida própria e suas próprias vontades e necessidades. Ser voluntário é sentir a vontade de ajudar os outros, principalmente os mais necessitados. É ver que, mesmo tendo pouco, sempre temos alguma coisa que podemos dar. Mesmo que esta coisa ainda nos seja necessária, o carente tem mais necessidade do que nós. Do ponto de vista da comunidade, ser voluntário é ser humilde, ser abnegado, não ser egocêntrico e ter uma grande vontade e disposição para ajudar o próximo. É ser carismático, um ser especial que atua na comunidade e ajuda a melhorar a qualidade de vida da comunidade. É ser um agente de transformações que mesmo fazendo um trabalho de formiguinha (que não aparece) acredita e consegue fazer com que o outro suba na vida, saia do "buraco" em que vive e tenha uma vida honrada de cidadão pleno. Ser Voluntário é ter a capacidade de prestar um serviço profissional e não esperar pelo seu pagamento (em dinheiro). Um dentista, por exemplo, destina uma parte do seu tempo para atendimento odontológico para crianças carentes. Uma professora de matemática vai todos os sábados à tarde em uma favela para dar aulas de recuperação. Ser Voluntário é ficar feliz com a felicidade dos outros e saber que você ajudou um pouco para que isso acontecesse. Ser Voluntário é ser solidário, compreender o valor da solidariedade humana. O valor da solidariedade cresce na medida em que há correspondência entre o ato solidário e as pessoas que se beneficiam deste ato. Como já dizia O Pequeno Príncipe: "Se eu sei que você vem as quatro, desde as três estarei à sua espera". Não adianta produzir o ato de solidariedade apenas uma vez. O Pequeno Príncipe também dizia: "Você é responsável pelo que cativa". Um grupo de adolescentes vai ao hospital todas as quintas-feiras à tarde para "bater-papo" com as pessoas internadas. Muitas pessoas internadas não recebem visitas de amigos ou de parentes e se sentem muito só e abandonadas. Do ponto de vista legal, existe até uma Lei do Voluntário - Lei Nº 9.608 de 18/02/1998 http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/LEIS/L9608.htm

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Cura da aids é sucesso, mas não para todos, dizem especialistas

O anúncio de que um paciente com aids foi curado foi recebido com alegria pelas publicações especializadas internacionais. Contudo, a maioria destacou que o tratamento a que o norte-americano Timothy Ray Brown foi submetido só pode ser repetido em casos muito especiais. Brown foi curado depois de passar por dois transplantes de medula de um doador que possui uma mutação que o torna imune à aids. Suas células não possuem a proteína CCR-5, que permite que o HIV infecte as células de defesa do organismo. Tantas variáveis fizeram com que a revista britânica New Scientist ressaltasse o trecho da pesquisa do médico alemão Gero Huetter, responsável pelo tratamento, onde fica claro que a cura se aplica, por enquanto, apenas a Brown. “Notem as palavras cruciais ‘a cura foi conquistada neste paciente’”, escreveu o periódico. “Embora seja uma notícia fantástica para Brown, ainda está longe qualquer tratamento em larga escala para as milhões de pessoas infectadas pelo vírus em todo o mundo”, concluiu a revista. No blog do médico Sanjay Gupta, apresentador de um programa de saúde na rede norte-americana de TV CNN, são apontadas as mesmas questões levantadas pela New Scientist, como a impossibilidade de se repetir a terapia bem-sucedida a outros portadores de HIV. O texto também chama atenção para o alto risco representado pelos transplantes de medula: quase um terço dos pacientes morre durante o procedimento. Em entrevista ao jornal The New York Times, o médico Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, disse que o resultado não é surpreendente, mas que uma terapia do gênero “é simplesmente impraticável.” Robert Gallo, diretor do Instituto de Virologia Humana da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e um dos responsáveis pela descoberta de que o HIV é o causador da aids, também disse ao jornal que a pesquisa não é viável em larga escala. “Francamente, preferiria continuar tomando os antirretrovirais”, afirmou. O jornal ainda lembrou que desde a década de 1980 os cientistas tentam curar a aids com transplantes de medula. Um dos casos mais famosos foi o de Jeff Getty, paciente que recebeu a medula de um babuíno. Ele sobreviveu onze anos, mas morreu de aids e câncer. O transplante não o protegeu, mas os antirretrovirais prolongaram sua vida. Leia mais: http://www.aidshiv.com.br/cura-da-aids-e-sucesso-mas-nao-para-todos-dizem-especialistas/#ixzz19Rb8rji6

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Grupo alemão anuncia provável cura de portador de HIV com uso de células-tronco

Ainda é tudo muito preliminar e os próprios cientistas estão com um pé atrás, mas um grupo alemão acredita ter evidências de cura de um paciente norte-americano com Aids utilizando células-tronco adultas. Timothy Ray Brown, 44, que vive em Berlim, tinha também leucemia, e por isso recebeu as células-tronco, retiradas da medula óssea de um doador. O doador das células que Brown recebeu no transplante tinha uma mutação: não produzia a proteína CCR5, fundamental para a multiplicação do vírus HIV no organismo humano. Após o transplante em 2007, o paciente foi acompanhado pelos pesquisadores da Universidade de Medicina de Berlim. Em 2009, eles publicaram um artigo científico que falava no “sumiço” do vírus HIV. Agora, na revista científica “Blood”, já falam de “evidência de cura”. Os pesquisadores lembram que, como o estudo envolve somente um paciente, é necessário ter cautela antes de dizer com certeza que se chegou a uma cura para a Aids. É necessário repetir o trabalho muitas vezes ainda para que se tenha conclusões mais concretas. Além disso, transplantes de medula são arriscados. Brown, por ter leucemia, teria de fazer um de qualquer jeito, mas submeter pacientes com Aids ao tratamento seria perigoso, ainda mais sabendo que hoje é possível sobreviver muitos anos sendo portador de HIV. Fonte: Folha Online

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Paranaguá lidera casos de aids

A cidade de Paranaguá, no litoral do estado, lidera um ranking triste: tem a maior incidência de aids do Paraná. A cada 100 mil ha­­bitantes, 30 têm a doença, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde. Embora já tenha registrado números maiores – em 2006, o índice era de 73,6 casos a cada 100 mil habitantes –, a situação ainda é preocupante, visto que o município, de 140 mil habitantes, registra uma incidência quase seis vezes maior do que a média nacional, que é de 5,61 casos. Somente no ano passado, o Ambulatório de DST/aids do município notificou 150 novos casos. Desde 1984, quan­­do surgiu o primeiro caso da doença no Paraná, Paranaguá já registrou 1.147 casos. A condição de cidade portuária é uma variável importante para a elaboração de estratégias de prevenção da doença em Pa­­ranaguá. “O fato de o município ter uma área de porto certamente contribui para esses nú­­meros. A cidade faz divisa com o mundo todo, e para cá vêm pessoas as mais variadas, algumas conscientes da importância da prevenção, e outras não”, opina a diretora do Departa­mento de Vigilância Epide­mio­lógica do município, Isa­bele An­toniacomi. A professora do curso de Medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Fa­­biana Schuelter Trevisol, autora de uma tese de mestrado sobre a infecção por HIV de prostitutas na cidade portuária de Imbituba (SC), explica que as cidades com porto, por registrarem alta transição de marinheiros, costumam atrair mais profissionais do sexo. “A oferta é maior porque há quem consuma esse serviço e, embora as prostitutas estejam mais conscientes, ainda há muitas que não se previnem. Além disso, nesses locais, há maior comercialização de drogas ilegais, o que aumenta o consumo de drogas injetáveis, outro comportamento de risco que facilita o contágio.” O diretor da ONG Hipupiara, de São Vicente, no litoral paulista, que representa os direitos de portadores que vivem na Bai­xada Santista e arredores, Beto Volpe, concorda. “A figura do marinheiro como aquele ho­­mem que tem um amor em cada porto já é emblemática. Ele passa dias embarcado, e quando volta para terra, ele quer diversão, na maioria das vezes, por meio do sexo, e nem sempre de modo seguro. Isso vale também para o embarcado que consome drogas”, comenta. A relação entre os números altos de casos e os portos pode ser comprovada pelo último Bo­­letim Epidemiológico de aids, divulgado pelo Ministério da Saúde em novembro de 2009: entre os 100 municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes que apresentam maior incidência da doença, 17 são portuários. A campeã nesse ranking é Porto Alegre, com 111,5 casos pa­­ra cada 100 mil pessoas. Parana­guá ocupa a 97.ª posição. Negligência Para a coordenadora do Am­­bulatório de DST/aids do município, Carla Neri, outra explicação para o alto número de casos é a recusa da população em fazer testes. “Muitos acreditam que isso nunca vai acontecer com eles, se recusam a fazer o teste e, assim, não sabem se têm a doença, fazem sexo sem camisinha e acabam contaminando outras pessoas”, argumenta. A coordenadora afirma que muitas mulheres casadas, hoje o grupo mais vulnerável, só descobrem a doença quando estão grávidas, pois a realização do teste é obrigatória em casos de gravidez. “Ainda há muito preconceito, embora haja bastante informação. Enquanto isso persistir, junto com a ideia de que isso só ocorre com o vizinho, va­­mos continuar a ver os índices crescerem.” Apoio da família a portador é tão importante quanto médico Tão importante quanto prestar assistência médica a quem tem a doença é propiciar um ambiente acolhedor para doen­­tes e familiares. Essa é a filosofia de grupos como a Pas­­toral da Aids de Paranaguá, há cinco anos em atividade e que hoje atende mais de cem pessoas, entre portadores e parentes. “Quando a pessoa descobre que está com o vírus, ela precisa muito da família. Por isso, convidamos todos a vir até aqui e falamos da importância desse apoio”, conta a coordenadora Sueli Ferreira. A discriminação é o maior desafio. “O preconceito dificulta a prevenção, pois a pessoa acha que isso nunca vai acontecer com ela e acaba passando o vírus para frente”, co­­menta a ativista Isabel de Frei­­tas. Ex-garota de programa, ela relata um episódio que ilustra bem essa situação. “Meus vizinhos sabiam que eu tinha o ví­­rus e me isolavam. Um dia um cachorro me mordeu e eles queriam matá-lo com medo de que ele contaminasse outras pessoas pela mordida. O pessoal da saúde precisou fazer uma palestra no bairro para acalmá-los.” O grupo também luta pela construção de uma casa de apoio ao portador. Hoje não há um local onde os pacientes de outras cidades possam fazer as refeições ou descansar durante a estada em Paranaguá. “Mui­tos vêm cedinho de cidades vi­­zinhas e têm de esperar a consulta na rua, sem nada no estômago”, lamenta a voluntária Elai­­ne Gonçalves. Vírus mutante Numa região portuária, onde há circulação de pessoas do mundo todo, abrir mão de um comportamento seguro pode ser ainda mais arriscado. Isso porque a mistura de um vírus típico da população local com o de pessoas de outros países pode gerar mutações que tornem ainda mais difícil a criação de uma vacina anti-HIV específica para aquele país. “O que se notou ao realizar a genotipagem do vírus é que o nosso país, no início da epidemia, possuía um vírus do tipo B, mas que, ao longo dos anos, começou a aparecer por aqui o tipo C”, afirma a pesquisadora Fabiana Trevisol. “A circulação de pessoas propiciada pelos portos foi decisiva para a mutação.” Por isso, a articulação das autoridades portuárias é fundamental para erradicar esse problema, garante Fabiana. Al­­gumas das medidas de prevenção sugeridas por ela às em­­pre­sas e governos são a realização de palestras e distribuição de pan­­fletos em inglês aos ma­­ri­nheiros sobre a importância da camisinha e seringas pessoais. Prostituição a R$ 1,99 Apontadas como as principais disseminadoras do vírus entre a população, as garotas de programa de áreas ao redor do porto negam a responsabilidade. “A maioria se recusa a fazer sexo sem camisinha”, garante a gerente de uma boate, Kalin­ka Francisca. Segundo ela, as ‘meninas de R$ 1,99’ são as prin­­cipais disseminadoras. “Essas não são profissionais, e se vendem por qualquer tostão para comprar droga, sem se preo­­cupar com aids”, opina. E emen­­da: “Nunca enterrei ne­­nhuma menina minha vítima de aids”. (VP) Fonte: Gazeta do Povo Leia mais: http://www.aidshiv.com.br/paranagua-lidera-casos-de-aids/#ixzz187nY5Ihl

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

ONG oferecerá curso de informática básica 

Assistir a uma palestra sobre prevenção e não discriminação de pessoas com HIV/Aids é o pré-requisito para conseguir uma vaga no curso de informática básica que o Grupo Amigos – uma das 23 organizações não-governamentais parceiras da Prefeitura no setor - abrirá em janeiro, em sua sede, na Vila Lindoia. A inauguração do espaço onde serão dadas as aulas aconteceu nessa terça-feira (30), com a presença da secretária municipal da Saúde, Eliane Chomatas.

O curso é grátis e aberto aos moradores da região interessados em aprender informática. Inicialmente, serão ofertadas oito vagas por turno. Ele foi estruturado com o apoio do Consórcio Conpar, que reformou e equipou o espaço, e da empresa de informática Microsoft, responsável pelo programa Caia na Rede. “Desde que tenhamos vagas em aberto e os candidatos assistam à nossa palestra, está tudo certo”, diz o presidente da entidade, Douglas Miranda. “É uma bonita parceria entre saúde e educação”, elogiou Eliane.


http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/ong-oferecera-curso-de-informatica-basica/21263

 


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Uso profilático de antirretroviral diminui infecção por HIV em até 94,9%

Estudo realizado por 11 centros de pesquisa de Brasil, Peru, Equador, Estados Unidos, África do Sul e Tailândia mostrou que o uso profilático do antirretroviral Truvada (que reúne as substâncias emtricitabina e tenofovir) pode reduzir o risco de infecção pelo vírus HIV em até 94,9%. Atualmente, o medicamento é usado apenas para o tratamento de pessoas já infectadas pelo vírus, mas não está disponível no Brasil.
A pesquisa contou com a participação de 2.499 voluntários, todos homens, homossexuais e com alto risco de contrair o vírus (estimado de acordo com o número de parceiros e a frequência com que fizeram sexo sem preservativo nos seis meses anteriores ao estudo). Eles foram divididos em dois grupos, um que recebeu o medicamento, e outro que recebeu placebo.
Todos os voluntários foram orientados a tomar um comprimido por dia. Receberam, também, o que é considerado atualmente o melhor pacote preventivo à infecção por HIV, que inclui testes mensais para a detecção do vírus, aconselhamento pré- e pós-teste, camisinhas, tratamento de doenças sexualmente transmissíveis para si e para os parceiros e exames semestrais para a detecção de uretrite assintomática e úlceras genitais, além de sorologia para herpes e sífilis –a presença de outras doenças facilita a infecção e transmissão pelo HIV.
Eles foram então acompanhados por até três anos. Ao fim desse período, foi constatado que a incidência de infecção por HIV foi 43,8% menor no grupo que recebeu o antirretroviral. O resultado, porém, considerou todos os voluntários recrutados para o estudo, independentemente de eles terem ou não tomado os comprimidos como indicado.
A proteção foi subindo à medida em que os pesquisadores foram selecionando aqueles com maior grau de adesão. Comparando apenas os voluntários que relataram ter tomado os comprimidos em pelo menos metade dos dias, o risco de infecção já foi 50,2% inferior. Entre os que relataram ter tomado o medicamento em no mínimo 90% dos dias, chegou a 72,8%.
O melhor resultado, porém, foi verificado em uma amostra dos voluntários com perfil semelhante que tinham praticado sexo anal passivo desprotegido e foram submetidos a testes para detectar a presença de medicamento no sangue –procedimento que não é realizado em todos devido aos custos envolvidos.
Nesses casos, a incidência da infecção pelo HIV foi 94,9% menor entre os que tinham resquícios do medicamento no sangue do que entre os que não tinham. A presença do medicamento significa que a pessoa tomou pelo menos um comprimido nos 14 dias anteriores à coleta –após esse período, os resquícios não são mais detectados.
A pesquisa também testou a segurança do uso do Truvada em pessoas saudáveis. Nas primeiras quatro semanas, o grupo que recebeu o medicamento teve maior incidência de náuseas do que o grupo que recebeu placebo. Em nenhum caso, porém, as náuseas foram fortes a ponto de levar à interrupção do tratamento.
Cinco (0,4%) dos voluntários que receberam a droga também tiveram elevação dos níveis de creatinina, sinal de danos aos rins. Após a suspensão do uso do medicamento, porém, o quadro voltou ao normal.
Ainda de acordo com a pesquisa, a frequência de outros efeitos colaterais foi a mesma nos dois grupos.
Os pesquisadores ressaltaram, porém, que as pessoas não devem tomar o medicamento por conta própria e nem abrir mão do uso de presevativos, considerada a medida mais eficaz disponível hoje para a prevenção da Aids.
No Brasil, a pesquisa foi conduzida pela Fiocruz, pela USP e pela UFRJ.
Fonte: Folha Online


Leia mais: http://www.aidshiv.com.br/uso-profilatico-de-antirretroviral-diminui-infeccao-por-hiv-em-ate-949/#ixzz16oPU3AxV

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O GRUPO AMIGOS deseja a todos um FELIZ NATAL e um FELIZ 2011.

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"Oração de Natal"

Senhor, nesta Noite Santa, depositamos diante de Tua manjedoura todos os sonhos, todas as lágrimas e esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.
Por aqueles que gemem sem ter quem escute seu clamor.
Suplicamos por aqueles que Te buscam sem saber ao certo onde Te encontrar.
Para tantos que gritam paz, quando nada mais podem gritar.
Abençoa, Jesus-Menino, cada pessoa do planeta Terra, colocando em seu coração um pouco da luz eterna que vieste acender na noite escura de nossa fé.
Fica conosco, Senhor! Assim seja!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

HIV se esconde na medula óssea

Vírus fica latente em células precursoras e volta a causar Aids quando paciente suspende tratamento
Estudo americano aperta cerco contra o parasita e dá mais esperança de que, no futuro, soropositivo possa parar com antirretrovirais
O vírus da Aids consegue se esconder na medula óssea, driblando drogas antirretrovirais e depois despertando de novo para causar a doença, aponta um novo estudo, que pode dar pistas para tratamentos mais eficazes no futuro.
Kathleen Collins, da Universidade de Michigan (EUA) e colegas relatam nesta semana, na edição on-line do periódico “Nature Medicine”, que o HIV é capaz de infectar células precursoras na medula óssea. Essas células dão origem às células sanguíneas, alvos preferenciais do parasita.
Segundo Collins, o vírus fica dormente nas células da medula óssea, mas, quando essas células progenitoras se convertem em células sanguíneas, ele pode ser reativado e causar uma nova infecção.
“Se quisermos um dia encontrar uma maneira de nos livrarmos [da doença]“, afirmou a pesquisadora, o primeiro passo é entender onde uma infecção latente pode continuar.”
Nos últimos anos, os antirretrovirais reduziram enormemente as mortes por Aids, mas os pacientes precisam tomar essas drogas pelo resto da vida para que a infecção não volte. Isso indica que, enquanto os remédios lutam contra os vírus ativos, alguns deles permanecem escondidos, para ressurgirem na primeira interrupção do tratamento.
Covis
Um dos esconderijos do HIV já havia sido encontrado, em células sanguíneas conhecidas como macrófagos. Outro foi descoberto nas chamadas células T de memória.
Mas esses dois covis não podiam explicar todo o HIV que ainda circulava no corpo dos pacientes, disse Collins. Isso indicava que ainda havia lugares a procurar -daí ela ter começado a estudar as células progenitoras na medula.
Descobrir essas fontes de infecção é importante, pois eliminá-las poderia permitir que os pacientes soropositivos parassem de tomar o coquetel de antivirais depois que a infecção terminasse. Isso é crucial especialmente em países onde o tratamento é caro e difícil.
“Não sei quantas pessoas se dão conta de que, embora tenhamos reduzido a mortalidade, ainda temos um longo caminho pela frente [antes de derrotarmos a infecção]“, disse Collins. “Isso acontece principalmente porque nós não podemos parar o tratamento, as pessoas precisam tomar os remédios para o resto da vida.”
Fonte: Folha de S.Paulo


Leia mais: http://www.aidshiv.com.br/hiv-se-esconde-na-medula-ossea/#ixzz169Bkf4bh

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


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Data de fundação do Grupo Amigos dia 07/04/2001.

Missão do Grupo " Dar apoio as pessoas vivendo com HIV/AIDS, seus familíares e amigos".


As reuniões acontecem as quartas-feiras, no horário das 19:30 ás 21:00 horas , dia de recepção dos novos amigos e apresentação da proposta do grupo; aos sábados das 19:30 ás 21:00 são os encontros de convivência, onde é tratado sobre um determinado tema, ou aberto para se ouvir o relato de algum integrante do grupo.

A sede fica na Rua Capitão João Zaleski, 635, Vila Lindóia, Curitiba.

Para mais informações: ( 41 ) 3346-5651 ou pelo e-mail: grupoamigosctbapr@hotmail.com  

sábado, 13 de novembro de 2010

Pesquisadores descobrem como HIV se torna resistente a medicamento


Pesquisadores da Universidade Estadual de New Jersey, nos Estados Unidos, descobriram como o HIV-1, um dos vírus que causam a AIDS, se torna resistente ao AZT, um dos medicamentos mais usados contra a doença.

Em um estudo publicado no periódico Nature Structural & Molecular Biology, os pesquisadores mostraram que o vírus sofre uma mutação que o permite remover o AZT. O AZT funciona impedindo a reprodução do vírus ao inibir a enzima transcriptase reversa. É esta enzima que permite que o vírus transforme RNA (ácido ribonucleico) em DNA e se reproduza. O vírus com mutação usa uma proteína chamada ATP, molécula que transporta energia dentro das células, para remover o AZT.

A mutação já era conhecida, mas ainda não se sabia como o vírus driblava o AZT. A descoberta pode levar à produção de drogas mais eficazes contra a AIDS.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Martini apresenta o Grupo Amigos (Curitiba - PR)

Oi, veja aqui o gatinho falante Martini, amigo da Tequila, a cachorra do Grupo Amigos em Curitiba.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O que é HIV e AIDS?

O que é AIDS?


A aids é a sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida. É causada pelo HIV, vírus que ataca as células de defesa do nosso corpo. Com o sistema imunológico comprometido, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, um simples resfriado ou infecções mais graves como tuberculose e câncer. O próprio tratamento dessas doenças, chamadas oportunistas, fica prejudicado.
Mas, atenção! A aids é o estágio mais avançado da infecção pelo HIV. Uma pessoa pode passar muitos anos com o vírus sem apresentar sintoma algum. A duração desse período depende da saúde e dos cuidados do soropositivo com o corpo e alimentação.
Quanta mais cedo a infecção for descoberta, melhor. Portanto, faça o teste sempre que se expor ao HIV.
Há alguns anos, receber o diagnóstico de aids era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a aids pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal.
Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se, também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde. Todos estes fatores possibilitam aos portadores do vírus ter uma sobrevida cada vez maior e de melhor qualidade.

O que é HIV?
O Vírus da Imunodeficiência Humana, conhecido como HIV (sigla originada do inglês: Human Immunodeficiency Virus), é um vírus pertencente à classe dos retrovírus e causador da aids.
Ao entrar no organismo humano, o HIV age no interior das células do sistema imunológico, responsável pela defesa do corpo. As células de defesa mais atingidas pelo vírus são os linfócitos CD4+, justamente aquelas que comandam a reposta específica de defesa do corpo diante de agentes como vírus e bactérias.
O HIV tem a capacidade de se ligar a um componente da membrana dos linfócitos, o CD4, e penetrar nessas células, para poder se multiplicar. O HIV vai usar o DNA da célula para fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe a célula e os novos vírus caem na corrente sanguínea, indo buscar outras células para continuar sua multiplicação.
As células do sistema imunológico de uma pessoa infectada pelo vírus começam então a funcionar com menos eficiência e, com o tempo, a capacidade do organismo em combater doenças comuns diminui, deixando a pessoa sujeita ao aparecimento de vários tipos de doenças e infecções.
O HIV pode levar vários anos, entre o momento da infecção até o surgimento dos primeiros sintomas. Esta fase se denomina de assintomática, pois a pessoa não apresenta nenhum sintoma ou sinal da doença. Este período entre a infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros sintomas da aids irá depender, principalmente, do estado de saúde da pessoa.
Quando se diz que uma pessoa tem HIV, está fazendo referência a essa fase assintomática da doença. Quando se fala em pessoa com Aids, significa dizer que ela já apresenta sintomas que caracterizam a doença, o que geralmente marca o início do tratamento com os medicamentos antirretrovirais, que combatem a reprodução do vírus HIV.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir o HIV aos outros pelas relações sexuais desprotegidas, por compartilhar seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez.
HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), membro da família de vírus conhecida como Retroviridae (retrovírus), classificado na subfamília dos Lentiviridae (lentivírus). Estes vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune. A infecção humana pelo vírus HIV provoca uma moléstia complexa denominada síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).

Quais são os Sintomas?
A aids não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Mas os sintomas iniciais geralmente são semelhantes e comuns a outras doenças. Os mais frequentes são gripe persistente, perda de peso, diminuição da força física, febre intermitente (a pessoa fica febril e melhora, e febril novamente com muita frequência), dores musculares, suores noturnos, diarreia.
Como muitas pessoas passam anos sem apresentar sintoma algum, faça o teste sempre que passar por uma situação de risco. O indicado é esperar, pelo menos, um mês após essa possível exposição ao vírus. Esse é o tempo que o organismo leva para produzir anticorpos suficientes que possam ser detectados nos testes de laboratório.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Estudo oferece novas pistas sobre vacina contra a Aids

Estudo oferece novas pistas sobre vacina contra a Aids Eles encontraram cinco aminoácidos na proteína HLA-B vinculados a diferenças na capacidade da pessoa de controlar o HIV. Ligeiras diferenças em cinco aminoácidos numa proteína chamada HLA-B podem explicar por que certas pessoas resistem ao vírus HIV, disseram pesquisadores dos EUA na quinta-feira, num estudo que fornece novas pistas sobre como produzir uma vacina para prevenir a Aids. "Há muito tempo sabemos que algumas pessoas desenvolvem (a doença) extremamente rápido quando são contaminadas, enquanto outras podem ficar bem por três décadas sem precisar de tratamento, e ainda assim parecerem inteiramente bem", disse Bruce Walker, do Hospital Geral de Massachusetts e da Universidade Harvard, cujo estudo saiu na revista Science. "Pensamos que poderíamos aplicar novas técnicas do projeto genoma humano para entender qual é a base genética disso", afirmou ele. Cerca de 1 em cada 300 pessoas contaminadas pelo HIV são capazes de suprimir o vírus com seu sistema imunológico, mantendo a carga viral extremamente baixa. A equipe investigou a composição genética de quase mil pessoas com essa capacidade, comparando-as ao código genético de 2.600 outros soropositivos. Isso os ajudou a identificar cerca de 300 diferentes locais no código genético associados ao controle imunológico do HIV, todos eles localizados no cromossomo 6. Eles então chegaram a quatro alterações individuais no DNA, conhecidas como polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), todas relacionadas ao sistema imunológico. "Fizemos um segundo estudo em que examinamos aminoácido por aminoácido nessa região", disse Walker. Eles encontraram cinco aminoácidos na proteína HLA-B vinculados a diferenças na capacidade da pessoa de controlar o HIV. Essa proteína é importante em ajudar o sistema imunológico e localizar e destruir células infectadas por um vírus, e Walker disse que essas variações genéticas podem fazer uma grande diferença no controle do HIV. Entender como se dá a reação imunológica desses pacientes ao vírus da Aids pode ser um passo importante no desenvolvimento de uma vacina contra o HIV. Em quase 30 anos de epidemia, a doença já contaminou quase 60 milhões de pessoas, a maioria na África, e matou 25 milhões.F

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Boletim epidemiológico

O Boletim Epidemiológico apresenta e analisa informações referentes aos casos de aids em toda a população brasileira, inclusive em mulheres grávidas. Há, ainda, dados sobre sífilis em gestantes e sífilis congênita. Os resultados são apresentados por estados e regiões do país e considera as variáveis: sexo, idade, categoria de exposição, raça/cor e escolaridade. Em cada edição, ainda, é apresentado um bloco temático que caracteriza um aspecto atual da epidemia de aids.
A publicação anual é produzida a partir de dados transferidos das secretarias estaduais de saúde ao Setor de Produção do DATASUS, do Ministério da Saúde.
Edições mais recentes
Boletim Epidemiológico AIDS 2009 - Ano VI - julho a dezembro de 2008/janeiro a junho de 2009
http://www.aids.gov.br/sites/default/files/Boletim2010.pdf
Boletim Epidemiológico AIDS 2008 - Ano V - julho a dezembro de 2007/janeiro a junho de 2008
http://www.aids.gov.br/sites/default/files/Boletim2008_versao1_6_0.pdf

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cientistas testam gel vaginal que diminui risco de contaminação por HIV

Aparelho usado para aplicação de gel (Foto: Centre for the Aids Programme of Research in South Africa)
Gel pode ser usado por mulheres cujos parceiros não usam preservativos
Um gel vaginal com propriedades microbicidas que está sendo testado na África do Sul conseguiu diminuir de maneira significativa o risco de mulheres que o utilizaram de se infectarem com o vírus HIV, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista científica Science.
O gel, que contém o medicamento antirretroviral Tenofovir, usado no tratamento da Aids, diminuiu em 39%, em média, a chance de as mulheres que o utilizaram de se infectarem com o vírus. Entre as mulheres que usaram o medicamento com mais frequência, a diminuição do risco de contrair a doença chegou a 54%.
Se os resultados da pesquisa se confirmarem, esta será a primeira vez que um gel microbicida se mostrou eficiente na prevenção à doença.
O novo medicamento poderia ser utilizado por mulheres cujos parceiros se recusam a usar preservativos.
Segundo os pesquisadores, também foi constatada uma redução da incidência de herpes genital entre as mulheres que utilizaram o gel.
Testes
O estudo é resultado de uma pesquisa de três anos feita pela fundação Centre for the Aids Programme of Research in South Africa (Caprisa) e foi apresentado nesta segunda-feira durante uma conferência internacional sobre Aids que está sendo realizada em Viena, capital da Áustria.
De acordo com os pesquisadores, o gel se mostrou eficiente e seguro quando utilizado 12 horas antes da relação sexual e 12 horas depois da mesma por mulheres entre 18 e 40 anos de idade.
Segundo Salim Abdool Karim, um dos autores da pesquisa, entre as 889 mulheres envolvidas nos testes - realizados na cidade sul-africana de Durban e também em um pequeno vilarejo rural – a grande maioria utilizou o gel conforme recomendado.
Além do medicamento, os pesquisadores forneceram preservativos e orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis às participantes do estudo. As mulheres também passaram por testes mensais para detectar a presença do HIV.
Trinta meses após o início das pesquisas, 98 mulheres haviam sido infectadas com o HIV – 38 no grupo de estava utilizando o novo gel e 60 no grupo para o qual foram fornecidos placebos (substâncias sem efeitos farmacológicos utilizadas para controle em pesquisas).
“Isto mostra uma incidência 39% menor no grupo que utilizou o (gel com) Tenofovir”, disse Karim.
Segundo o pesquisador, o gel diminuiu o risco de incidência de HIV em cerca de 50% nos 12 primeiros meses, mas a eficiência caiu depois disso.
Ele afirmou que as mulheres que utilizaram o gel de forma “consistente” se mostraram menos propensas a se infectarem.
Ainda de acordo com o pesquisador, uma das vantagens do novo produto seria seu preço baixo.
Esperança
Michel Sidibé, diretor-executivo do Unaids (Programa das Nações Unidas para HIV/Aids) comemorou os resultados da pesquisa e destacou o fato de ela levar a um método de prevenção que pode ser controlado pelas mulheres, independente de seus parceiros.
“Nós estamos dando esperanças às mulheres. Pela primeira vez nós estamos vendo resultados de uma opção de prevenção ao HIV controlada por mulheres”, disse.
A diretora-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Margareth Chan, também comemorou os resultados e disse esperar que eles sejam confirmados por outras pesquisas.
“Assim que eles se mostrarem seguros e eficientes, a OMS irá trabalhar com governos e parceiros para acelerar o acesso a esses produtos”, disse.

REUNIAO MULHERES

Acontecerá nesta sábado dia 6/11/2010  as 17:00 horas na sede do GRUPO AMIGOS reunião direcionada exclusivamente para as mulheres.
Estão todas convidadas.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Cientistas identificam proteína capaz de destruir HIV em macacos

Pesquisadores norte-americanos identificaram componentes fundamentais de uma proteína chamada TRIM5 alfa, capaz de destruir o HIV em macacos. No organismo dos primatas, o composto é responsável por prender e dizimar o vírus. Os homens também possuem uma versão da proteína, porém ineficaz para combater o agente responsável pela Aids.
A TRIM5 alfa é composta por quase 500 aminoácidos. Seis deles, localizados em uma região pouco estudada do composto, foram identificados pelo trabalho da Universidade Loyola de Chigago como cruciais para a função de inibir o corpo de infecções virais. Quando alterados em células humanas, a proteína alfa perdeu sua capacidade de atacar o HIV.
A pesquisa foi feita em uma cultura de células, sem uso de seres vivos. O estudo será tema da edição de setembro da revista Virology.
Para detectar a reação com o HIV, os cientistas da Universidade Loyola atrelaram proteínas fluorescentes a TRIM5, permitindo destacar as interações microscópicas. A prática é comum nas pesquisas mais recentes envolvendo a proteína e o vírus.
A eficiência da TRIM5 alfa em macacos é conhecida desde 2004, porém a pesquisa liderada por Edward M. Campbell abre a possibilidade de saber exatamente quais mecanismos da proteína são responsáveis por destruir o HIV.
É um passo fundamental para conhecer como este efeito pode ser reproduzido em homens, seja pela manipulação da proteína no organismo dos humanos ou pela produção de compostos que simulem a ação da TRIM5 alfa.
Referência: CAMPBELL, Edward M. et al. Identification of residues within the L2 region of rhesus TRIM5α that are required for retroviral restriction and cytoplasmic body localization. Virology, vol. 405, nº 1, p. 259-266; 15 September 2010; Doi:10.1016/j.virol.2010.06.015. Para acessar o abstract deste artigo.


http://www.aids.org.br/default.asp?site_Acao=&paginaId=55&mNoti_Acao=mostraNoticia&noticiaId=419

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Festa Halloween

Prezados Amigos ( as ) 

       O Grupo Amigos convida para Festa do Halloween:
              Dia:  16 de Outrubro de 2010
             Onde: Na sede do Grupo Amigos à Rua Cap. João Zaleski, 635 - Vila Lindóia
             Hora: 20:00hs

            Ingresso: R$ 7,00

      Preparem suas Fantasias, convidem seus familiares e amigos e venham se divertir muito conosco .
 

Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010